segunda-feira, 26 de julho de 2010
Dia dos Pais !
PAIS!!
A vocês, que nos deram a vida e nos ensinaram a vivê-la com dignidade, não bastaria um obrigado. A vocês, que iluminaram os caminhos obscuros com afeto e dedicação para que os trilhássemos sem medo e cheios de esperanças, não bastaria um muito obrigado. A vocês, que se doaram inteiros e renunciaram aos seus sonhos, para que, muitas vezes, pudéssemos realizar os nossos. Pela longa espera e compreensão durante nossas longas viagens, não bastaria um muitíssimo obrigado. A vocês, pais por natureza, por opção e amor, não bastaria dizer, que não temos palavras para agradecer tudo isso. Mas é o que nos acontece agora, quando procuramos arduamente uma forma verbal de exprimir uma emoção ímpar. Uma emoção que jamais seria traduzida por palavras.
Amamos vocês!
sexta-feira, 9 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Crônicas !!
Para exemplificar, citamos aqui o caso envolvendo o cidadão Siegfried Ellwanger, de origem estrangeira, ocorrido no Estado do Rio Grande do Sul. Esse cidadão publicava notícias e mensagens raciais e discriminatórias, com manifestação clara de incitamento e induzimento, semeando em seus leitores sentimentos de ódio, desprezo e preconceito. Para tanto, o "pregador", quando vinha a público, usava atributos pejorativos comparados àqueles em que alguém chama outro de "negro", "preto", "pretão", "negrão", "africano", "judeu", "branquela", etc... As ofensas chagaram a tal ponto que o próprio país foi atingido violentamente: "O Brasil é uma carniça monstruosa ao luar, com uma urubuzada que o devora" – sapecou o incitador.
O problema foi tão grave que, além de tomar as páginas da imprensa gaúcha obrigou o Tribunal de Justiça daquele Estado a adotar uma punição severa, condenatória, entendendo aquela Corte que as agressões diziam respeito à dignidade dos cidadãos, que teria sido execrada publicamente, indistintamente. Em que pese até mesmo o problema social criado, o "pregador" insurgia-se contra preceitos constitucionais, levando a público informações anti-jurídicas.
Sabemos, portanto, que a nossa Constituição Federal assegura a todos o direito de manifestação do pensamento, que nada mais é do que a liberdade de opinar, criticar, discutir, propagar opiniões. Contudo, essa liberdade, conhecida em todos os quadrantes do mundo desde Sócrates à célebre Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, não está imune de limitações. Nos termos expressos no texto constitucional, "todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza", punindo-se, assim, a prática de qualquer "discriminação atentatória aos direitos e liberdades", obrigando a todos que residem no país a promoverem o bem, "sem preconceitos de origem, raça, cor, sexo, idade e quaisquer outras formas de discriminação".
Inquestionavelmente que, o caso relatado não se constitui em regra geral. Apesar da gente assistir aqui e acolá alguns ensaios nesse sentido. Nosso povo, penso eu, tem hoje uma outra conscientização, haja vista a ampla discussão em torno do problema do preconceito e da discriminação. Em verdade, para sermos mais conclusivos, o que devemos evitar são os atos ou efeitos de se separar, apartar, segregar, que terminam por gerar suspeitas, intolerância, ódio e aversão á cor, raça, religião, etc...
Modestamente, entendo que a sociedade em geral deve se armar de um espírito igualitário, levando a todos a mensagem de que a prática de preconceitos e discriminações é uma questão de mentalidade corrompida, porque suas formas injuriosas só podem ser invocação satânica, sem as benções de Deus. Mas, à luz do Direito, quer aqui como em qualquer outro país democrático do mundo, nunca é tarde para sempre nos lembrarmos da máxima defendida por KANT, segundo a qual: "Não deixeis calcar impunemente o vosso direito aos pés de outrem".
Fonte: JL/Miguel Dias Pinheiro
Para Refletir !!
por Rafael
Chegamos a uma época em que a pseudo-democratização vem perdendo forças para um início de ditadura legislativa, ou seja, uma ditadura em que se começa com a própria lei. O nosso ilustríssimo presidente Lula aprova uma lei que garante o encarceiramento de uma pessoa que ofende ou discrimina a condição racial de outra pessoa, se esta o sentir discriminada. Não se pode mais chamar mais algum negro de "negro", e muito menos de "preto". Agora, por lei, pessoas morenas recebem uma demoninação de afro-descendentes ou afro-brasileiros. Esse é o primeiro passo para a censura política da não-liberdade de expressão de nossos pensamentos.
Essa mesma lei, considerada por alguns como íntegra e auxiliadora dos menos favorecidos ou dos reprimidos, ainda apresenta muitas falhas na concepção. Por exemplo, se uma pessoa numa discussão xingar outro de "preto" e este o processar por preconceito, aquele primeiro terá uma prisão inanfiansável; por outro lado, se essa pessoa ao invés de xingar preferir matá-lo é mais jogo: como réu primário ele apenas deverá pagar algumas cestas básicas e prestar serviços comunitários, enquanto responde ao processo em liberdade.
Outro aspecto importante para se tratar é o pré-preconceito existente nos grupos negros. Eu explico: uma pessoa negra andando por aí com uma camisa escrita "100% negro" é perfeitamente normal. Agora, se uma pessoa branca andar com uma camisa "100% branco" e um negro se sentir ofendido (mesmo se não o for) é considerado discriminação; pior ainda seria se essa mesma pessoa branca andar com uma camisa "100% negro"... dará um trelelê danado.
Mas não é só nas ruas que esse tipo de coisa acontece: temos exemplos no mundo virtual. Há poucos dias, o Google Brasil recebe um intimado do Ministério Público Federal de São Paulo para ajudar nas investigações e no monitoramento de comunidades que pregam idéias preconceituosas ou fazem apologia às drogas no Orkut. O Google Brasil diz que nada tem a ver com o monitoramento do Orkut, e que só a matriz da empresa nos Estados Unidos tem o poder de monitorá-los. Mesmo assim, é melhor ter muito cuidado com o que dissemos nas comunidades, tomando o maior cuidado para não entrar em comunidades preconceituosas que poderão algum dia ser monitoradas pelo Ministério Público: se houver alguma mensagem no mínimo maliciosa, já se pode considerar preconceituosa. E não apenas preconceito racial, mas também - e não menos importante - preconceito social e religioso. Eis aí o nosso país democrático e livre.
O melhor a fazermos, pois, é saber com quem falamos e como falamos, porque mesmo se alguém esbarrar em outro dentro de um ônibus lotado, já é motivo para discussão e briga. Antes de tudo, devemos nos controlar e utilizar a conversa séria e calma para não haver mais nenhum problema com isso.
Devemos ter a consciência que pelo menos no Brasil, há muita mistura de povos e raças que fazem um país com uma pluralidade étnica impressionante. Por isso, você que se considera "branco" ao falar dos "negros" lembre-se que você também tem uma parte dessa raíz afro-descendente na sua família, direta ou indiretamente. Se você tiver algum preconceito racial, então você também tem um preconceito por si próprio. porque você também faz parte dessa raça negra, pois no Brasil, ninguém é genuinamente "branco".
Quanto ao preconceito generalizado (racial, religioso, social) todos nós temos mas não gostamos de adimitir. Se você não gosta de um grupo social, os rockeiros por exemplo, então terá preconceito e uma certa distância deles. Você até pode conviver com algum rockeiro, mas você não o aceitará.. De uma maneira mais branda, isso também é considerado discriminação.
Uma sociedade em que todos respeitam a diferença do próximo é utópica, mas pelo menos podemos fazer muito para conscientizar a todos sobre nossa homogeneidade.. O primeiro passo é mudar a nós mesmos e tentar acabar com nossos preconceitos - seja ele racial, religioso ou social. O próximo passo se segue e podemos então construir um mundo um pouco melhor para se viver.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Cultura !!





Duração: 100 minutos
Elenco:
Daniel Henrique
Paulinho Mendes
Cleiton Santos
Malu Galli
Ju Colombo
Daniel Henrique da Silva
Ricardo Perpétuo
Matheus de Freitas
Sinopse:


